RABINO NILTON BONDER ESTÁ ENTRE OS 10 CONVOCADOS PARA PARTICIPAR DA PRIMEIRA MISSÃO DE LÍDERES MUÇULMANOS E JUDEUS DAS AMÉRICAS

Movimento global de muçulmanos e judeus comprometidos com a reconciliação, comunicação e cooperação acontece nos próximos dias, em Washington.

Desde 2008, centenas de sinagogas, mesquitas e centros culturais muçulmanos e judeus, vêem promovendo ações conjuntas ao redor do mundo para criar laços de amizade e compreensão entre eles. Incentivadas e idealizadas por instituições internacionais, como a Fundação de Entendimento Étnico (FFEU), a Sociedade Islâmica da América do Norte (ISNA), entre outras, o objetivo destes encontros é mostrar que judeus e muçulmanos compartilham da mesma fé e de um mesmo destino.

Por conta disso, durante os dias 26, 27 e 28 de março acontecerá a primeira Missão de Líderes Muçulmanos e Judeus da America Latina, Estados Unidos e Canada, em Washington (DC). Para esta missão, foram convocados 5 líderes de cada tradições e entre eles, está o Rabino brasileiro Nilton Bonder. O rabino já havia participado da primeira expedição pelo Oriente Médio no projeto Caminhos de Abraão promovido pela Universidade de Harvard com o objetivo de aproximar as tradições judaica, cristã e muçulmana.


A FFEU e ISNA, organizadoras desta missão e responsáveis por promover a harmonia racial e o fortalecimento das relações intergrupais, querem unir judeus e muçulmanos e mostrar que eles podem trabalhar juntos de maneira produtiva para fortalecer os laços entre as duas comunidades no Hemisfério Ocidental e ao redor do mundo.

O encontro inclui reuniões na Casa Branca com membros muçulmanos e judeus do Congresso dos Estados Unidos, a Secretaria de Estado Hillary Clinton e os embaixadores do Brasil e da Argentina. Em tempos de instabilidade e incerteza política o encontro privilegia o diálogo e a cooperação como alternativa a fanatismo e radicalismo.

   
"Toda a compreensão que temos dos outros deriva de nós mesmos. Quando nos identificamos com alguém e podemos aceitar sua forma de ser, significa que encontramos em nós mesmos elementos semelhantes ao outro.
Identificamo-nos com os outros quando entendemos existir em nós as mesmas limitações, angústias e ansiedades que experimentam. Por esta razão, para que este mundo seja mais tolerante é fundamental que as pessoas se conheçam mais.
O autoconhecimento é um dos movimentos políticos menos reconhecidos e computados nas análises das forças que transformam este mundo. A paz só é possível entre pessoas que se conhecem.
"

 

Escolha o Idioma